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O americano completará sua nona temporada na categoria fazendo apenas seis das dezessete provas do ano, correndo no #23 da Carlin. 


Foi anunciado na quarta-feira retrasada (7 de fevereiro, a gente perdeu porque não houve um anúncio em si, apenas tuítes, daí passou desapercebido por nós) a primeira parte dos planos da Carlin para seu segundo carro. Foi anunciado que Charlie Kimball continuará na Carlin, no #23 e com o apoio da Novo Nordisk, ma spara apenas cinco provas no ano: St. Pete, as 500 milhas de Indianápolis, Texas, Pocono e a final em Laguna Seca.

Essa será a primeira vez que Kimball não correrá a temporada completa desde a sua estreia, em 2011, pela Ganassi. O piloto, agora com 33 anos, acumula uma vitória e seis pódios nas 104 provas que disputou pela Indy e, no ano passado, foi o piloto que conseguiu os melhores resultados para a Carlin em seu ano de estreia, conseguindo um quinto lugar no Texas e outros cinco Top 10 durante o ano, enquanto seu companheiro, Max Chilton, não conseguiu nenhum.

A Carlin foi a única das três equipes estreantes do ano passado a conseguir fazer um Top 5 na temporada. A equipe de Trevor Carlin foi a melhor estreante e a equipe que se mostrou mais estruturda durante o ano. No entanto, o orçamento da equipe diminuiu um pouco para essa temporada, tendo em vista que um dos carros (o de Chilton) não conseguiu o suficiente para entrar entre os 21 primeiros carros do campeonato, ficando fora do Leader's Circle e perdendo uma série de benefícios; bem como a equipe decidiu expandir suas ações nos EUA, aumentando o número de carros na F4 USA, estreando na F3 Americas com o brasileiro Felipe Drugovich e, principalmente, reestreando na Indy Lights. 

Assim, logo quando a equipe confirmou a presença de Max Chilton para a temporada completa, os donos da equipe confirmaram que, a princípio, o segundo carro não teria dinheiro para fazer a temporada completa, e foi confirmado que Kimball fará apenas as provas mencionadas acima.

Entretanto, a equipe deixou claro que possui grande interesse de alinhar o segundo carro para algum outro piloto interessado. Muito se fala de RC Enerson, que chegou a dirigir o #23 nos últimos treinos livres, onde o gordinho correria nas provas em que Kimball não entraria. Também foi confirmado que a Carlin tem um terceiro lote de chassis e pode alinhá-los, caso surja um piloto endinheirado interessado o suficiente no projeto da equipe.

Vai entar mais alguém no segundo carro? Teremos terceiro carro? Não sabemos, e aguardemos as novidades!

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