Piloto do dia: James Hinchcliffe

Uma série nova para entreter vocês na silly season gigante da Indy. Juntamos cinco dos escritores do site (Daniel Palermo, Filipe Dias Dutra, Marcelo Augusto, Matheus Antônio da Silva e Rômulo Silva) para comentar sobre a temporada de 2017 de todos os pilotos.


O canadense seguiu para seu segundo ano completo na Schmidt-Peterson, conseguiu uma vitória em Long Beach e alguns resultados esporádicos ao longo da temporada, repetindo o 13º lugar alcançado no ano passado.

No ano:                                               Na carreira:
Corridas: 17                                        Corridas: 97
Vitórias: 1                                           Vitórias: 5
Pódios: 3                                             Pódios: 14
Top 5: 3                                              Top 5: 25
Top 10: 7                                            Top 10: 49


Como foi o ano do prefeito de Hinchtown?

Rômulo Silva: Sinceramente, acho que foi mais do mesmo. O Hinch é isso aí, ganha uma corrida aqui, abandona outra alí, e assim vai indo. Ou termina muito bem uma prova ou acaba bem mal.

Filipe Dias Dutra: Hinch é um cara que se vende melhor que corre. Mas acho que o canadense não fez uma temporada tão boa, sempre andando na rabeira e se envolvendo em acidentes. Ele tem mais capacidade que isso.

Daniel Palermo: Só dele voltar a correr, já é um grande feito, mas dentro das pistas ele mostrou a inconstância que sempre o acompanhou durante sua carreira. Tem momentos excelentes, vencendo corridas e chegando ao pódio, mas some totalmente em outras corridas.  

Matheus Antonio da Silva: Hinchcliffe vem vivendo um momento, não diria complicado, mas que merece uma certa atenção, pois ele vem se consolidando como a gangorra da Indy. Uma corrida ou outra ele aparece muito bem, vence e faz pódio, e em outros ele cai para o meio do grid e não se levanta. mais uma prova disso foi esse ano, com seis vezes entre os dez primeiros e seis abandonos durante o ano.

Marcelo Augusto: Achei ruim, principalmente da metade pro fim, com muitos abandonos, quebras e etc. Mas se salvou pela vitória em Long Beach e pelo pódio em casa em Toronto.


O que esperar de seu quarto ano na Schmidt-Peterson? Será sempre a eterna promessa?

Rômulo Silva: Ele já tem seu espaço na Indy, muito por conta do seu marketing pessoal. Se ele fizer uma temporada um pouco mais consistente pode alcançar voos mais altos.

Filipe Dias Dutra: Todos os pilotos jovens da IndyCar chegam em um determinado momento em que ou continuam na categoria ou devem buscar outra coisa. Hawksworth e Briscoe viveram isso, Hildebrand deve viver e acho que a época do Hinchcliffe está próxima. 

Daniel Palermo: Hinch já deixou se ser promessa há algum tempo. É um bom piloto e nada mais que isso. Tem vaga garantida no grid, mas duvido que dispute algum título.

Matheus Antonio da Silva: Pois é, cada vez mais Hinchcliffe vai deixando de ser o futuro Andretti, Unser ou Helinho para cada vez mais ser o Servià ou o Briscoe do Presente.

Marcelo Augusto: Não acho que ele seja eterna promessa. Ele é um bom piloto e já está consolidado na Indy, mas não entre os melhores, é claro. Espero um ano com resultados mais consistentes.



Pilotos do dia: 

Max Chilton
Marco Andretti
James Hinchcliffe
Ed Jones
JR Hildebrand
Carlos Muñoz
Charlie Kimball
Conor Daly
Pilotos de meia temporada: Sebastien Bourdais, Spencer Pigot, Mikhail Aleshin, Ed Carpenter
Figurantes de luxo: Fernando Alonso, Esteban Gutierrez, Sebastian Saavedra, Gabby Chaves
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