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O espanhol de 44 anos é o 36º piloto confirmado nas 500 milhas de Indianápolis, correndo pelo terceiro carro comandado pela Schmist-Peterson Motorsports.


E enfim, nessa segunda-feira (13 de maio, dia da abolição da escravatura) foi confirmado o último piloto "a ser anuciado" no entry list das 500 milhas de Indianápolis esse ano. O terceiro carro da Schmidt-Peterson, o #77, será pilotado pelo espanhol Oriol Servià.

Tabmém foram anunciados os apoiadores do carro. Eles são a Lucas Oil, já antiga patrociandora e apoiadora da Schmidt-Peterson desde quandoa equipe corria na Indy Lights; e a MotoGator, que entrou na categoria esse ano e tem como um dos vários sócios o americano John Stange Jr. Ele decidiu comandar as ações do #77 em conjunto com Sam Schmidt e Ric Peterson, com o #77 se tornando oficialmente o Team Stange with ARROW Schmidt-Peterson Motorsports.


Servià tem 44 anos (piloto mais velho desse ano a tentar a classificação) e é bastante experiente no quesito Indy. Ele está no grid da Indy desde 2000, na CART, no entanto, está desde 2012 sem fazer uma temporada completa pela Indy. Passou pelas equipes PPI Motorsports (2000, CART), Sigma Autosport (2001, CART), PacWest (CART), Patrick (2002-03, CART), Walker e Conquest (2002, Indy 500), Dale Coyne (2004-05, Champ Car), Newman-Haas (2005, Champ Car; e 2009-11 INDYCAR), PKV (2006-07, Champ Car e 2008, IRL), Forsythe (2007, Champ Car) Rahal Letterman (2009, IRL e 2014, INDYCAR), Dreyer & Reinbold (2011-13, INDYCAR), Panther (2013, INDYCAR), Andretti Autosport (2015, INDYCAR) e Penske (2016, INDYCAR), Schmidt-Peterson (2016, INDYCAR) e vinha correndo pela Rahal Letterman nos anos de 2017-18. No entanto, como a equipe de Bobby Rahal conseguiu três pilotos para seus três carros esse ano, Servià teve de procurar nova casa, e acabou achando novamente na Schmidt-Peterson, onde correu a Indy 500 de 2016.

Ele tem, no total, onze participações em Indianápolis, tendo como melhor resultado um quarto lugar em 2012, pela Panther. O espanhol já não se qualificou para uma 500 milhas, no ano de 2002, quando corria pela Walker apenas nessa prova da IRL, e acabou sendo bumpeado por falta de velocidade.

E... bem, é isso. Acho difícil Oriol Servià e o #77 não se classificarem para as 500 milhas desse ano, pois tanto o piloto quanto a equipe (que é, basicamente, toda da Schmidt-Peterson no lado técnico) se classificarem mas, Indy 500 é uma caixinha de surpresas, ainda mais na sua classificação.

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