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Desde quando a Verizon anunciou que não renovaria o seu contrato como a principal patrocinadora da IndyCar, surgiram vários rumores sobre quem iria substituí-la. Muitas empresas foram citadas, incluindo Emirates, Monster Energy e até mesmo a FedEx, que está injetando bilhões no Aeroporto de Indianápolis, seu segundo maior hub. No entanto, a NTT Corp. (Nippon Telegraph e Telephone Corp.), uma gigante japonesa das telecomunicações que já patrocinava o carro #10 da Chip Ganassi, foi a que realmente assinou o contrato com a categoria americana.


O objetivo declarado da NTT é expandir as suas operações no território americano, principalmente através do uso de plataformas digitais. A NTT iniciou os seus investimentos na Indy ao patrocinar o o carro #8 da Ganassi em 2013, cujo piloto era Ryan Briscoe. Em 2015, com a saída da Target, a NTT se tornou a principal patrocinadora da equipe, até a chegada do PNC Bank em 2018.

"A NTT está orgulhosa de se tornar parceira da Indy e acelerar o futuro das corridas inteligentes. Inovações tecnológicas têm o potencial para mudar o esporte e a experiência dos fãs drasticamente", disse Jun Sawada, presidente e diretor executivo da NTT. "Baseados em nossa grande e bem-sucedida experiência, incluindo no trabalho em aplicativos para celular, questões analíticas e de experiência dos usuários, vamos ajudar a Indy a criar a próxima geração de fãs pelo mundo e que desejam aproveitar as corridas através de uma experiência mais digital", afirmou.

A receita anual da NTT gira em torno em US$ 103 bilhões. A empresa continuará patrocinando o carro #10 da Ganassi (que nesse ano será conduzido por Felix Rosenqvist) através da NTT Data, o braço focado em sistemas de integração da companhia.

Fonte: IndyCar/Motorsport

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