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A equipe anunciou a expansão de seu calendário de corridas na Indy, de seis para dez provas, bem como a manutenção de Jack Harvey ao volante.


Anunciado hoje (22 de janeiro) o programa da Meyer Shank Racing (MSR para os íntimos), que corre no carro #60. 

Anunciou-se a manutenção do apoio técnico da Schmidt-Peterson Motorsports ao time oriundo dos endurance, o que significa que a garagem de Sam Schmidt ainda terá três carros: os dois da equipe e também o #60 da Meyer Shank Racing.

Também foi anunciada a manutenção de seus patrocinadores principais: a varejista de carros e peçass AutoNation e a empresa de stream e sinal via satélite Sirius XM (do qual um dos donos, Jim Meyer, é um dos sócios da equipe).

Ainda nas manutenções, foi anunciado que Jack Harvey, o piloto de 25 anos foi bi-vice-campeão da Indy Lights em 2014 e 2015, continua no volante do carro #60. Harvey correu nove provas na Indy, todas pela MSR, entre o ano passado e o ano retrasado. Teve como melhor resultado um 12º lugar em Long Beach-2018.

A única diferença do ano passado para esse ano no anúncio está no aumento no número de corridas. A MSR estará presente em dez provas esse ano, adicionando Barber, COTA, GP de Indy e Road America a seu calendário. A equipe já correu no ano passado em St. Pete, Long Beach, Indy 500, Mid-Ohio, Portland e na corrida final do campeonato.

Esse é o segundo aumento de provas da MSR na Indy. Em 2017, a equipe correu apenas três provas na Indy, no ano passado aumentou para seis e esse ano correrá dez provas. E aumento de provas é muito bom para a Indy em si, que vê mais carros entrando aos poucos no grid, mas a lentidão com que a MSR vai se envolvendo com a Indy é digno de nota. A equipe foi muito comentada na pré-temporada de 2016, junto com a entrada da Carlin na categoria e, até o momento, ainda não programou fazer a temporada completa mesmo depois de três anos correndo na categoria. 

A equipe de Michael Shank e Jim Meyer, ao contrário da Carlin e outras equipes, como a Harding, optou por uma entrada bem gradual na categoria, com medo de que acontecesse o mesmo que vem acontecendo com a Juncos, com um futuro cheio de incertezas mas, como preço pela cautela, vem conquistando bem menos espaço do que as equipes citadas acima. Michael Shank e Jim Meyer tem poder para fazer muito mais e serem mais relevantes no mundo da Indy.

Mas, bem... não vamos começar o ano reclamando de coisas que não aconteceram e, quem sabe, com a equipe tendo mais experiência e os resultados sejam melhores esse ano, a MSR não anima adentrar no temido mundo dos ovais (fora a Indy 500) e fazer uma temporada completa?

É aguardar para ver.

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