Piloto do dia: Tony Kanaan

Uma série para entreter vocês na silly season gigante da Indy. Juntamos cinco dos escritores do site (Daniel Palermo, Filipe Dias Dutra, Marcelo Augusto, Matheus Antônio da Silva e Rômulo Silva) para comentar sobre a temporada de 2017 de todos os pilotos.


O bom baiano entrou 2017 comemorando sua vigésima temporada no ponto mais alto do automobilismo de monopostos americano, a quarta pela Chip Ganassi Racing. Entretanto, após um ano com alguns desacordos com Chip, Tony Kanaan mudou para a AJ Foyt Racing para a temporada de 2018, aos 43 anos de idade.

No ano:                                               Na carreira:
Corridas: 17                                        Corridas: 343
Vitórias: 0                                           Vitórias: 17
Pódios: 1                                             Pódios: 77
Top 5: 3                                              Top 5: 132
Top 10: 7                                            Top 10: 217




Para vocês, como foi a 19ª temporada do bom baiano na Indy?

Rômulo: Bem abaixo do nível do Tony, a pior temporada dele na Indy. Pelo menos nos ovais ele ainda mostrou competitividade.

Marcelo: Horrível, a pior desde que entrou na Indy, provavelmente.

Filipe: Péssima. Péssima. Nem pareceu aquele piloto que acostumamos a gostar.

Matheus: Cara, assim... Foi meio 'méh' a temporada, tanto nos resultados quanto na convivência com a equipe. Teve bons lampejos, o que o fez terminar no Top 10 e sua temporada não ser horrível, como é típico do brasileiro, mas em algumas provas gerou até críticas de outros pilotos.

Daniel: Foi uma temporada regular se for olhar o campeonato de uma forma geral. Mas se levar em consideração o carro e o desempenho do principal companheiro de equipe, deixou um pouco a desejar. Um décimo lugar no campeonato, andando de ganassi não é algo pra comemorar quando seu companheiro de equipe luta pelo título.


Com o apresentado na ganassi desde 2014, sua saída da equipe foi merecida?

Rômulo: Acho que sim, em poucos momentos a parceria rendeu algum resultado. Em quatro anos foi apenas uma vitória.

Marcelo: Acredito que sim, não deu certo esse "casamento".

Filipe: Sim, e se pensarmos que, desde o começo, Tony não foi um bom sucessor do amigo Franchitti desde sua entrada no #10, a respirada de novos ares não só é merecida como pode ser benéfica.

Matheus: Creio que não. A Ganassi andava meio complicada com o #10 desde que subiu para quatro carros e entrou o novo carro na categoria. Com a formação de quatro carros, nem o Franchitti conseguiu fazer o segundo carro da Ganassi render. O próprio Chip percebeu isso e reduziu a equipe para dois carros novamente e, agora que a condição estava mais favorável, seria uma boa o Tony ter a última chance na equipe. Mas não... Tem que tirar o bom baiano...

Daniel: Sim, a Ganassi precisa de uma renovação, precisa de algum piloto mais jovem e mais motivado que o TK.


A entrada de Tony na Foyt pode ter o mesmo efeito da sua entrada na KV Racing entre 2011 e 2013?

Rômulo: Pode sim. Sinto que o Tony é exatamente o tipo de piloto que a minha amada equipe Foyt precisa. Com a vasta experiência ele pode ajudar muito na parte de acerto de carro, coisa que Muñoz não correspondeu muito bem.

Marcelo: Acho que sim, mas temos que lembrar que Tony já está com 42 anos. Apesar de tudo, em ovais ele ainda continua forte.

Filipe: Olha, é algo que eu estou curioso pra saber.

Matheus: A Foyt nos dias de hoje está um caos parecido com a KV naqueles dias, mas um raio dessas proporções é difícil de cair duas vezes no mesmo lugar.

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