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Uma série nova para entreter vocês na silly season gigante da Indy. Juntamos cinco dos escritores do site (Daniel Palermo, Filipe Dias Dutra, Marcelo Augusto, Matheus Antônio da Silva e Rômulo Silva) para comentar sobre a temporada de 2017 de todos os pilotos.


Em seu novo rumo de carreira em terras americanas, Max Chilton fez uma segunda temporada no #8 da Chip Ganassi Racing. Sem tantos problemas de adaptações, o inglês terminou o ano no 11º lugar (oito posições acima do ano passado), mas ainda não impressiona muito.

No ano:                                               Na carreira:
Corridas: 17                                        Corridas: 33
Vitórias: 0                                           Vitórias: 0
Pódios: 0                                             Pódios: 0
Top 5: 1                                              Top 5: 1
Top 10: 6                                            Top 10: 8



Como foi o segundo ano de Max Chilton na Ganassi? Houve uma evolução com o comparado do ano passado?

Rômulo Silva: Acho que ele evoluiu sim. Não foi uma grande evolução, mas foi suficiente para mostrar que está aprendendo.

Filipe Dias Dutra: Chilton não é mais uma divindade. Isso fala muito sobre como foi a temporada.

Daniel Palermo: Houve uma evolução, mas seus resultados ainda estão aquém daquilo que seu equipamento pode proporcionar.

Matheus Antonio da Silva: Ir pior do que no ano passado tava bem difícil, né? Mas o inglês foi razoavelmente bem, Já não fica mais estabilizado no 14º lugar nas provas em misto, alçando voos mais altos e até conseguindo uns Top 10 por aí. Nos ovais foi melhor ainda, não roda mais toda vez que tem um acidente na sua frente (só em Phoenix ele fez isso) e conseguiu o seu melhor resultado em um deles, na Indy 500.

Marcelo Augusto: Acho que melhorou um pouco, ele mostrou uma certa evolução, principalmente na Indy 500, mas nessa Ganassi B não tem como melhorar muito mesmo.


Sem a Ganassi o apoiando, seu desempenho tende a aumentar ou diminuir?

Rômulo Silva: A depender da sua nova casa ele tende a aumentar, até porque a Ganassi teve um ano meio complicado.

Filipe Dias Dutra: Sabemos que o carro 8 da Ganassi não era essas coisas todas. Então, há sim uma chance de aumentar. Mas, dessa vez, vai depender do inglês, tão somente.

Daniel Palermo: Se não continuar evoluindo, com certeza seu desempenho pode diminuir. Agora se ele se mostrar um bom piloto e se adaptar totalmente a categoria, pode fazer boas provas com um equipamento infeior ao da Ganassi.

Matheus Antonio da Silva: Sinceramente, não sei. Chilton, com um ano horrível e um ano mais ou menos, bem como o carro às vezes bom às vezes ruim como o #8 da Ganassi, se tornou uma incógnita.

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