Agora é a hora que a porca torce o rabo

Das 500 milhas de Indianápolis até a etapa de Mid-Ohio acontecem oito provas em um intervalo de dois meses. Isso faz com que haja um mini-campeonato dentro da temporada da Indy, onde quem se der melhor nele luta pelo título.
Metade dessas atividades acontecerão num intervalo de dez fins de semana.
Pois é, vida de quem trabalha com a Indy não é nada fácil. Depois de um mês de intensa atividades em Indianápolis, os pilotos foram correndo para Detroit disputar as duas provas do Chevrolet Detroit Grand Prix Presented by Lear Corporation, e agora vão correndo para o Texas disputar a Rainguard Water Sealers 600. Depois disso terão uma semana com dois testes coletivos e no fim de junho vão para Road America disputar a Kohler Grand Prix. Depois de uma semana de descanso, a única até agosto, todo mundo vai para Iowa disputar a Iowa Corn Indy 300, depois passam a fronteira rumo ao Canadá para disputar a Honda Indy Tornto e voltam para Indianápolis e dois dias de treinos com os novos aerokits, embalam tudo e vão para Mid-Ohio na semana seguinte. E só depois dessa maratona, todos descansam de novo.

São sete fins de semana com oito provas e dois dias intensos de testes, onde metade da temporada de 2017 e o começo da pré-temporada de 2018 acontecem em um espaço de dez fins de semana. Essa característica está no calendário desde meados dos anos 2000, quando a categoria aproveita que é fim da primavera e início do verão para fazer a maior parte de suas provas com um tempo mais limpo, tão precioso principalmente para os circuitos ovais.

Entretanto, essa particularidade da Indy faz com que os pilotos sejam extremamente exigidos, seja no preparo físico ou na diversidade e capacidade de adaptação, pois num dia você está correndo na Indy 500, dpeois vai pras ruas cheias de bumps de Detroit, dái vai pro oval mais inclinado da temporada, depois pra pista mais longa de todas e assim por diante. 
No ano passado os postulantes ao título tinham uma diferença: constância nessa parte do campeonato.
Ser constantemente rápido e conseguir bons resultados nessa parte do campeonato é a chave para chegar nas últimas quatro provas disputando a Astor Cup. Scott Dixon foi campeão em 2013 e 2015 se aproveitando dessa parte do campeonato para se recuperar de um início de campeonato não muito bom, bem como Ryan Hunter-Reay se aproveitou de uma sequência de três vitórias nessa parte do campeonato para ser o campeão em 2012.  No ano passado, a constância de resultados de Simon Pagenaud e seis pódios seguidos de Will Power nas corridas do meio do campeonato garantiram que os dois fossem os líderes do campeonato edisputassem o título em Sonoma quase sozinhos.

Essa parte do campeonato que resOs nomes que vimos na frente do campeonato antes da Indy 500, como Pagenaud e Newgarden, vão aos poucos sendo superados por outros mais consistentes, como Dixon, Hélio e Rahal.

Quem sai desse monte de eventos na frente eu não sei, mas quem ganha com isso tudo somos nós, fãs da Indy, que temos corrida quase todo o fim de semana até o fim de julho!
Compartilhar no Google Plus

Sobre o Indy Center

Somos um site focado especialmente em Fórmula Indy no Brasil, trazendo as principais notícias da série, além de entrevistas, vídeos e análises das categorias de base.
    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários:

Postar um comentário