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O apêndice de segurana que foi introduzido na Indy nessa temporada chegou agora a todas as categorias do Road to Indy: a Indy Lights, a Indy Pro 2000 e a USF2000.


A Andersen Promotions decidiu que, a partir da temporada de 2020, uma nova atualização de segurança para os chassis das categorias do Road to Indy. O AFP é um apêndice que foi adicionado aos carros da Indy na temporada de 2019, antes da categoria decidir usar o aeroscreen. Agora o apêndice será adicionado a frente do Dallara IL-15 da Indy Lights, ao Tatuus PM-18 e USF-17 na Indy Pro 2000 e na USF2000, respectivamente.

Projetado para desviar o detritos que podem ir em direção a cabeça do motorista, o AFP será posicionado ao longo do chassi na linha central sa frente do cockpit. "Espera-se que esta seja a fase inicial das atualizações de segurança do cockpit", disse Dan Andersen, proprietário e CEO da Andersen Promotions. “Estamos acompanhando de perto a evolução da aeroscreen INDYCAR, que deve conduzir a direção para o futuro. A segurança é a maior prioridade e agradecemos a disposição de Dallara e Tatuus em nos ajudar a avançar nessa área".

Essa fala de Dan Andersen pode ser uma sinalização de que, caso o aeroscreen dê certo na categoria principal do mundo da Indy, ele também possa chegar as categorias de base da Indy, o Road to Indy.

Além disso, a Andersen Promotions anunciou recentemente que os chassis que estão no Road to Indy vão permanecer mais tempo em suas respectivas categorias. O Indy Lights IL-15 permanecerá em competição até 2022, enquanto o Indy Pro 2000 PM-18 e o USF2000 USF-17 continuarão em atividade até 2024.

Apesar da extensão do preíodo de validade desses chassis, o tempo nãõ é tão assustador assim para os padrões das categorias de base da Indy. O antecessor do IL-15, o Dallara IP2 ficou em atividade por doze anos (de 2002 a 2014), enquanto o antigo chassi da Pro Mazda, que hoje é a Indy Pro 2000, durou treze anos (de 2004 a 2017) e o antigo chassi da USF2000 durou longos 15 anos. Essa extensão para seis ou sete anos não chega a ser um exagero, fora que, tanto os pilotos como as equipes se acosntumaram bem aos novos carros em cada categoria:

"A transição para este carro foi perfeita, até porque ele que foi projetado para ser", disse o campeão da USF2000 Braden Eves em suas primeiras saídas com o Indy Pro 2000 PM-18. “Tudo parece semelhante - o mesmo volante, os mesmos pedais - você só precisa pisar mais no freio. O carro é muito semelhante mecanicamente, mas as curvas com frenagem e as curvas de alta velocidade são diferentes. É realmente divertido de dirigir, da mesma forma que a condução leva mais tempo".

"Eu amo este carro: é mais rápido, com mais aderência do que o carro USF2000 e simplesmente casou comigo imediatamente", disse Hunter McElrea, vice-campeão do USF2000. “Há muito mais aderência mecânica e aerodinâmica além de mais potência, mas tudo isso aumenta exponencialmente. É o mesmo chassi (Tatuus), por isso tenho o mesmo volante, assento e pedais, o que torna o processo de aprendizado mais curto. O caminho para Indy faz um ótimo trabalho ao dar os passos na quantidade certa. "

"É uma transição maior ir do PM-18 para o IL-15 do que ir do USF-17 para o PM-18, mas não foi um grande passo", disse Danial Frost, vencedor da corrida Indy Pro 2000, que deu as primeiras voltas em um carro da Indy Lights. "Ganhei muita experiência e habilidade de corrida nesta temporada no PM-18 - isso me desenvolveu como piloto e ajudou na transição".

O Road to Indy retornará à pista nos dias 11 e 12 de dezembro com um teste no Sebring International Raceway para Indy Lights, seguido de seu tradicional treinamento de primavera no Homestead-Miami Speedway para todas as três categorias no fim de semana antes do início da temporada nas ruas de St. Petersburg, na Flórida.

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