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O espanhol bicampeão da Fórmula 1 deu suas primeiras voltas em oval com o novo kit aerodinâmico da Indy.


Em um teste privado, ontem (9 de abril), no Texas Motor Speedway, Fernando Alonso deu suas primeiras voltas no novo carro da Indy em um dia inteiro de testes privados.

Mas antes, vamos comentar sobre o carro do Alonso. A McLaren Racing apresentou a pintura nova que será utilizada nas 500 milhas de Indianápolis, com uma mistura de laranja e azul, em cores similares a primeira prova de Bruce McLaren na Fórmula 1, em 1966. O número, #66, também remete a essa estreia do fundador da McLraen Racing.

Além disso, podemos ver os principais patrocinadores da segunda empreitada de Alonso e da McLaren: vimos em grande destaque a VUSE (uma das principais fábricas de vape da Europa), a Dell Technologies e a MindMaze (compania de neurotecnologia) na lateral; e a HUSKI Chocolate e a Petrobrás no bico, além da Richard Mille, a Kimoa e a Shadow nas asas e sidepods. Um monte de patrocínios.
O carro de Alonso para as 500 milhas desse ano.
No teste privado não conseguimos saber de tempos, até porque a cronometragem e telemetria do teste é secreta para a McLaren. No entanto, o carro deu poucas voltas no circuito de uma milha e meia, assim ficamos mais com suas declarações sobre tudo.

Primeiro, o espanhol experimentou um carro muito diferente do visto a quase dois anos atrás:
Foram apenas as primeiras voltas no novo carro, por isso estamos tomando conta de tudo com calma. É bom estar de volta em um oval com ajustes bem específicos; novamente vem aquela sensação de estranheza, num circuito com bastante inclinação e um carro que vira um pouco para a esquerda sozinho. Texas é bem diferente de Indianápolis, mas é uma boa preparação para nós.
Para mim, novamente, é um exercício para ficar confortável no carro, que é novo, em todos os sentidos: desde me acostumar com uma nova localização de banco, pedais e novo volante, até o time como um todo mesmo, que é bem novo. Tentamos acertar o máximo para o dia 24 de abril [no dia dos tstes abertos no oval de Indianápolis].
E depois sobre a segunda oportunidade de guiar nas 500 milhas de indianápolis: 
Eu me sinto mais preparado.  Pelo menos eu conheço melhor a corrida, a atmosfera e os eventos das 500 milhas de Indianápolis, muita coisa que te pega desprevinido e te tira bastante energia. Agora eu sei como as coisas acontecem, os treinos, a qualificação e o ritmo da prova, para poder vir com mais concentração e energia. Eu quero revisar cada corrida do passado, começar do zero com os engenheiros, ir no simulador assim como fiz quando entrei pela primeira vez nesse projeto de correr em Indianápolis, para me preparar o máximo possível. 

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