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O polêmico americano alinhará um terceiro carro na equipe de Dale Coyne nos circuitos mistos de Portland e Sonoma, focando a temporada completa no ano que vem.


E não foi só Alonso que gerou boatos no padoque da Indy essa semana. Enquanto aguarda-se o destino do espanhol, outra pessoa que passeava pelos grids europeus resolveu voltar aos EUA. Santino Ferrucci assinou com a Dale Coyne para alinhar um terceiro carro, o #39, nas duas últimas provas do ano.
A arte mal feita no estilo Dale Coyne para mostrar o lançamento de Ferrucci e da Cyl-Del na equipe.
Ferrucci vinha desenvolvendo toda sua carreira automobilística na Europa e vinha obtendo considerável sucesso, chegando na F2 no meio do ano passado e sendo piloto de desenvolvimento da Haas na F1 quase no mesmo momento que a equipe foi fundada. 

Entretanto, em junho desse ano, o americano foi o protagonista de um dos maiores conflitos já vistos no padoque da nova Fórmula 2, quando deliberadamente bateu em seu companheiro de equipe e, em conjunto com outras irregularidades, foi desqualificado pela direção de prova da F2 e banido da categoria por duas etapas. Sua equipe na categoria, a Trident, cancelou seu contrato por mau comportamento e falta de pagamento por parte de seu patrocinador.

Antes disso, Santino já vinha procurando opções fora dos monopostos euro-asiáticos. Durante o rodízio feito no #19 da Dale Coyne em virtude do acidente de Pietro Fittipaldi, o americano disputou a rodada dupla de Detroit no #19. Nesse fim de semana, Ferrucci foi acertado por Charlie Kimball na prova 1 e teve problemas na prova 2, onde teve de fazer uma parada a mais do que os outro pilotos e terminou em 20º lugar.
Ferrucci no muro em sua estreia.
A questão é, depois de tudo o que aconteceu na sua saída da F2, vale a pena dar uma segunda chance para Ferrucci no mundo dos monopostos?

Segundo este humilde escritor de blog de Indy, sim. O moço fez muita, mas muita besteira mesmo, do nível que nunca se viu na história recente e que ficará marcado sempre na carreira de Santino Ferrucci. Mas estamos falando de um esporte onde o recurso financeiro ainda fala alto, e dá chances para moços de 20 anos se reinventarem.

A repercussão de suas ações podem ter sido uma das mais fortes lições para Ferrucci, e para mostrar que aprendeu, nada melhor que uma segunda chance. E nada que um carro na Dale Coyne, começando por baixo, para se reconstruir.

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