Dixon lidera treino no novo circuito do Texas

Depois de recapeado e modificado, o Texas Motor Speedway recebeu seu primeiro treino coletivo, que foi liderado por Scott Dixon, enquanto este dirigia o carro de Charlie Kimball.
Dixon, com o carro do Kimball, foi o líder dos testes.
Esse treino coletivo foi o primeiro contato depois que o Texas Motor Speedway foi repavimentado e modificado. As curvas 1 e 2 foram alargadas em seis metros, ficando com a mesma largura da reta de largada/chegada, e a inclinação dessas curvas foi diminuído de 24º para 20º de inclinação. As curvas 3 e 4 permaneceram com as mesmas características, mas os bumps que atrapalhavam muito os pilotos, principalmente na curva 4, deixaram de existir.

Chaves na DRR/Harding Racing
Três dias após a corrida das três categorias da NASCAR correrem no Texas, a Indy fez um treino coletivo no oval de 1,5 milha. Na quarta-feira (12 de abril), 14 carros estiveram presentes no circuito e deram mais de 1700 voltas no novo circuito: os quatro carros da Penske, os dois carros da Carpenter (com Pigot no carro de Hildebrand), os dois carros da AJ Foyt, trêrs carros da Andretti (Marco, Sato e Rossi), Scott Dixon na Ganassi, pilotando o carro de Kimball, Gabby chaves pilotando o carro da nova DRR/Harding Racing que correrá as 500 milhas desse ano, e Graham Rahal.

No fim, Dixon foi o mais rápido no treino, fazendo 221,974 mph (357,15 km/h), mais de uma milha mais rápido que o atual vencedor da prova do Texas, Graham Rahal, segundo no treino; e o atual campeão da categoria, simon Pagenaud, o terceiro no treino. Hélio Castroneves, o único brasileiro no treino, fez 220,212 mph, ficando no quarto lugar.

Tempos do treino coletivo.
Os pilotos também comentaram das mudanças no oval de 1,5 milha, e todos foram unânimes ao dizer que a curva facilita muito mais andar lado a lado, principalmente nas curvas 1 e 2:
Simon Pagenaud: os raios das curvas um e dois estão diferentes, e essa diferença ajuda bastante os carros a irem lado a lado. O asfalto é bem mais suave, sem os bumps. Agora é mais questão de aprender como trabalhar melhor os pneus nessa pista.
Graham Rahal: antigamente, as primeiras duas curvas eram só questão de baixar até a linha branca e esperar o carro escorregar um pouco até a saída da curva dois e entrar na reta oposta. Agora o carro consegue ficar ali [na linha branca] o tempo todo.
James Hinchcliffe (mesmo sem pilotar nos testes, estava presente): Quando você repavimenta e faz as mudanças que ocorreram, elas te dão maior aderência e menos bumps, justamente o oposto que fazia o Texas [Motor speedway] ser o Texas: pouca aderência, degradação dos pneus, dirigibilidade difícil por causa dos bumps. O que fez a corrida do ano passado ser tão louca e grandiosa no final foram os pneus novos, de maior aderência, pois a corrida toda ficou bem amarrada. Este ano teremos maior aderência, e a chance do final da corrida do ano passado se repetir será bem maior.
O que se viu no Texas foiram os carros conseguindo andar lado a lado nas curvas com maior facilidade.
Compartilhar no Google Plus

Sobre o Indy Center

Somos um site focado especialmente em Fórmula Indy no Brasil, trazendo as principais notícias da série, além de entrevistas, vídeos e análises das categorias de base.
    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários:

Postar um comentário