Banquete e premiação da temporada 2014

Um dia depois das emoções no Auto Club Speedway, todo o certame da Indycar e convidados foram para Los Angeles, mais exatamente para o Club Nokia, para ver Will Power receber seu cheque de um milhão de dólares e também as outras premiações. Veja quem mais recebeu prêmios, o discurso do Will Power e ganhe de brinde uma digressão sobre como os pilotos se vestem.

PARTY HARD

Essa postagem tem duas partes: a primeira terá as apresentações e premiação, e a última parte é a do tapete vermelho pré-apresentação. Vale mencionar que essa festa entrou nos trending topics americano durante a noite toda.

Apresentação

Dirty Heads abriu os trabalhos
Enquanto os pilotos, membros da Indycar e os convidados entravam e achavam seus lugares, Dirty Heads se apresentava no palco principal (e único).

Montoya: mais popular
Quando a banda parou e todos se acomodaram, Leigh Diffey entrou e introduziu todos os pilotos que ganharam premiações: Sebastien Bourdais (US$ 15.000), Marco Andretti (US$ 25.000), Carlos Muñoz (US$ 35.000), Tony Kanaan (US$ 40.000), Ryan Hunter-Reay (US$ 50.000), Simon Pagenaud (US$ 60.000), Juan Pablo Montoya (US$ 75.000), Scott Dixon (US$ 90.000), e paramos por aí por enquanto, pois senão a apresentação acabaria aí.

Existem outras premiações a serem dadas: JP Montoya voltou ao palco para receber o prêmio de piloto mais lembrado pelos fãs (teve uma votação no Indyrivals.com), e em seu rapido discurso disse que, talvez, o incidente com o Carpenter tenha algo a ver com isso.

Muñoz: Novato do ano
Depois dele, foi o TAG Heuer "Don't crack under pressure" Award, dado para quem mais ganhou posições no campeonato. E quem ganhou foi Charlie Kimball, e levou seu cheque gigante de 25 mil dólares.

Mais premiações, dessa vez pra novatos. Carlos Muñoz ganhou o prêmio de Rookie of the Year e 50 mil dólares, e Jack Hawksworth ganhou o prêmio de pnova que mais surpreendeu (Tonny Renna Rising Star Award) e um troféu.

Após isso, foi dado o prêmio para o segundo colocado, Hélio Castroneves. Ele recebeu o troféu das mãos de Derrick Walker e o cheque de 250 mil dólares, discursou e seguimos.

Kimball: que mais ganhou  posição
A apresentação seguiu para um discurso de agradecimento do CEO da Indycar, Mark Miles. Nesse momento, foi anunciado a instituição de caridade de maior destaque no ano (Dan and Susie Wheldon “Make a Difference” Award), dado a instituição que Susie Wheldon mantém em homenagem a seu marido, Dan.

Após isso, teve o prêmio de fabricane de motores do ano, que a Chevrolet ganhou de lavada da Honda (2736 e 12 vitórias x 1548 e 6 vitórias).

Hélio
Entre uma apresentação e outra, foram mostrados váris vídeos no telão. Foi mostrado um vídeo sobre o Indy Rivals, sobre o Mazda Road to Indy (categorias de base da Indycar) e seus campeões: Gabby Chaves (Indy Lights), Florian Latorre (USF2000) e Spencer Pigot (Pro Mazda).

Nesse momento, a aprsentação se seguiu para seu final Penske.  Primeiramente, o prêmio dado a Roger Penske pelo melhor time do ano (Astor Challenge Cup). Daí entrou todo o time do carro 12 para que Matt Jonnson recebesse o prêmio de melhor mecânico do ano e Jon boulsog recebesse o prêmio de Team manager do ano.

Power em seu show off
E veio a melhor parte. Will Power subiu no palco para receber diretamente das mãos de Mark Miles os prêmios de mais poles positions (Verizon P1 Award), troféu que ele colocou no chão para receber o prêmio de mais vitórias (Sunoco Diamond Performance Award), que ele também colocou no chão ao seus pés para receber o anel de campeão da Indycar (que custa aproximadamente dez mil dólares) e recebeu também seu tão querido cheque gigante de um milhão de dólares.

Will jogou o cheque no chão e tomou seu lugar no púlpito. Todos que já viram algum vídeo dele falando sabe que ele não é muito bom nisso, fazendo com que cada ocasião que ele seja obrigado a falar em público seja algo engraçado, no mínimo.

Prêmios no seu devido lugar: o chão.
Pois bem, ele tomou o microfone e disse que ainda não se acostumou com a ideia de ele ser campeão, de que a Austrália voltou alguém vencer um campeonato nos monopostos em muito tempo (era desde 1980, quando Alan Jones ganhou o título da F1) e brincou com o fato de que os títulos do Dixon na Indy não valiam pra Austrália, pois ele tinha a Nova Zelândia como sua nacionalidade (Dixon nasceu na Austrália, mas se mudou pra Nova Zelândia quando ele era muito novo).  Ele também falou do trabalho duro, que foram mais de quinze anos de carreira para chegar naquele momento e agradeceu a alguns mecânicos que estavam próximos dele.

Entretanto, ele começou a esquecer a quem agradecer. Em certo momento, tirou UMA RESMA  do bolso de seu paletó para ler e lembrar nomes de pessoas do time para agradecer. Quando ia concluir seu discurso, os seus mecânicos lembraram-no de agradecer a seus patrocinadores, e ele agradeceu a Shell-Pennzoil e a Verizon. Nesse momento, seu discurso (a resma que estava na sua mão) já passa em um teleprompter a sua frente, mas ele não conseguia ler muito perfeitamente, e reclamou da letra pequena.

"This is my show".
Novamente ele ia concluir seu discurso, quando a plateia o lembrou de agradecer a sua esposa, e ele o fez. Inclusive a intinmou convidou a subir no palco, e ela o fez. Liz Power subiu ao palco, e lembrou Will de agradecer à dua mãe, que estava chorosa na plateia, e ele o fez e encerrou seu discurso.

Após isso,Leigh Diffey entra novamente em cena e encerra a apresentação, com todos indo para a festa de encerramento do campeonato.

Tapete vermelho

Momento Amaury Jr.
Sei que o público desse blog é, em sua maioria, masculino, e que esse público masculino pouco se importa para o que as pessoas vestem em ocasiões especiais. Entretanto, sou insistente e sempre faço um ou outro parágrafo mais feminino por aqui, às vezes até colocando uma ou outra foto mais inspiradora. Esse é o caso do tapete vermelho.  Se você for homem, terá a oportunidade de ver as namoradas/noivas/esposas/amantes dos pilotos, de conferir se eles tem bom gosto. Fotos no fim do texto (se possível, confiram a namorada do Hinchcliffe, não se arrependerão).

Pilotos geramente se vestem razoavelmente bem pois, com poucas exceções, eles não escolhem o que vestem. Com isso, eles geralmente chegam bem arrumados e elegantes, mas no fim da festa saem vestindo a camisa (com as mangas arregaçadas) e calça (muitos sem sapato).

Os mais bem vestidos que passaram pelo tapete vermelho, ao meu ver, foram aqueles que já demonstraram ter bom gosto pra roupas. Esse é o caso de Sebástian Saavedra (o listrado da camisa e gravata ficaram muito bons com o terno sem desenhos, e a cor da gravata não se sobressaiu tanto), Marco Andretti (que usou um terno cinza claro, fugindo do preto de todos, e mesmo assim ficou bem) e Takuma Sato (foi numa combinação praticamente oposta a de Saavedra, só que a camisa e a gravata combinando, muito bem escolhido). A suprpresa do lado positivo foram Charlie Kimball, Ryan Briscoe e Jack Hawksworth que, apesar de bem básicos, se mostraram bem elegantes.

Destaques negativos para Carlos Huertas (parece que saiu direto do shopping para a celebração), Conor Daly (acho que disseram pra ele que o tema da festa era country de luxo), Ed Carpenter (que deve ter esquecido o paletó em casa) e, INFELIZMENTE, Pippa Mann (usar texturas é legal e está na moda, mas não se você usá-las no vestido, no cinto e na bolsa ao mesmo tempo) e seu marido.  Newgarden e Hinchcliffe me decepcionou um pouco, como pessoa que é ousada e se veste bem, pensei que ia com algo mais chamativo do que o paletó preto, gravata cinza e camisa branca, ficou um básico bem feito mas esperava algo mais.

Agora os brasileiros. Tony e Hélio bancaram os irmãos gêmeos, e foram vestidos iguais (paletó, calça e sapatos pretos, camisa branca com o primeiro botão aberto), Carlos Muñoz também usou a mesma fórmula. Gil de Ferran foi um pouco mais "agro" e apostou na camisa cinza clara, sapato de cor terra e cinto marrom, parecia o fazendeiro que virou empresário na agropecuária e subiu de vida.  No fim, todos os três não fizeram mau papel na vestimenta.

Agora vem as fotos, só clicar nelas que ficam maiores e os detalhes ficam visíveis.
Os que foram melhores: Saavedra, Marco Andretti, Sato, Kimball, Hawksworth e Briscoe
Os que não foram tão bem asimm: Huertas, Daly,Carpenter, Mann e seu marido. Newgarden e Hinch também estão aí.
Os brasileiros + Muñoz que estava vestido bem parecido.
Os não citados: Wilson, Dixon, Hunter-Reay e o campeão Will Power.
Os franceses: Pagenaud foi bem e ousou legal. Bourdais foi pra sua festa de formatura.

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