Aleshin declara que quer continuar na Indycar "Não tenho razões para não voltar"

Em declaração para Curt Cavin, do Indystar, o piloto também conta o que sentiu do seu acidente e de sua recuperação.
Homenagem da SMP Racing do WEC para Aleshin (twitter @marshallpruett)
No dia 16 de setembro, ainda no hospital Metodista, em Indianápolis, o piloto vê o vídeo do seu acidente no Auto Club Speedway declara que se sente normal, apesar de tudo.

"É parte do trabalho" declara o russo. "Não dava pra ver muita coisa ali, cada volta aquela curva (a curva três do oval de duas milhas) mudava devido ao pôr-do-sol. Tivemos problemas com isso na sessão de testes que fizemos na quarta-feira, e o sol me cegou por alguns instantes."

O carro de Aleshin entrou muito na curva, tocou de leve o carro de Scott Dixon que voltava para os boxes e guinou rumo ao carro de Charlie Kimball e ao muro com SAFER barrier. "Se esse acidente machucasse ele (Charlie Kimball) eu, provavelmente, me sentiria pessoalmente muito pior, Charlie fez nada errado e ele não tinha pra onde ir."

Aleshin já está em sua morada de Indianápolis, com seu pai e mais barbudo (twitter @mikhailaleshin)
Aleshin saiu do acidente com algumas costelas e a clavícula direita quebradas, além de ferimentos no peito e uma concussão. O piloto de 27 anos está em Indianápolis com seu pai e voltará para a Rússia no fim desse mês, "Os maiores problemas são para dormir, pois não posso dormir na posição que mais gosto por causa da clavícula (risos). E não posso rir muito, pois ainda dói por causa das costelas."

Quanto a carreira, mesmo com tudo que aconteceu, o piloto voltará seus esforços para a Indycar. "Não tenho razões para não voltar. Eu adorei a temporada, amei o ambiente, amei as corridas, a competição, os outros pilotos, até as regras e os fiscais de prova. Gosto muito de como tudo funciona lá."

"Penso também que não fiz uma mau trabalho (correndo nesse ano na Indycar). O pessoal da equipe me ajudou muito no modo de fazer as coisas. Por causa deles eu consegui ser tão rápido. Eu realmente desfrutei de tudo lá."

O piloto de 27 anos contou que os médicos lhe disseram que ele está adiantado no cronograma da sua recuperação, e previu que ele pode estar pronto para começar os testes para a temporada seguinte "em um mês ou talvez dois meses ... quando a clavícula se curar."
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