Videoteca: os que nada tiveram a ver com a Pocono 500 (e também os melhores)


Já que a prova não empolgou muitos dos que a assistiram, talvez o que rolou fora da pista talvez estivesse melhor.  Tenho uns vídeos que mostram que realmente foram melhor.  Se você estiver a fim de dormir se empolgar assistindo os vídeos da corrida em si, clique aqui.

Primeiro, o vídeo que mais foi visto.  Não sei se vocês sabem, mas está rolando um evento de futebol de campo aqui no Brasil.  Nesse evento, jogaram Brasil e Colômbia, e os pilotos (e mais um bocado de gente) todos estavam tão preocupados com essa partida que alugaram uma tenda e fizeram um mini-evento para prestigiar a partida que acontecia a dez mil quilômetros de distância. Vejamos:


Vendo esse vídeo, podemos tomar várias conclusões:

-  A mais óbvia:  Hélio até é muito simpático, mas deve ser um pé no saco quando vence.  Se com um apito já fez toda aquela cena, imagine se tivesse porte de uma vuvuzela ou de rojões.  Juan Pablo Montoya e a mulher do Hélio (que não lembro o nome e é colombiana) foram os principais alvos, mas incrivelmente, Carlos Muñoz foi o único que mostrou alguma reação contrária.
- Sebástian Saavedra, que meu gaydar sempre me apontou como uma baita de uma ativa, gosta de futebol.
- Carlos Huertas parece gostar muito de futebol, e sua expressão corporal só exibia o quão desconfortável ele estava no lugar.
- Ele e Carlos Muñoz foram completamente flopados no vídeo e quase não aparecem.
- Josef Arroz de Festa Newgarden também aparece nessa.  Mesmo quando sua seleção é desclassificada, ele dá entrevista e só não aparece mais que as estripulias do Hélio e a tristeza do Saavedra.  Se fosse os EUA jogando, ia ser dezoito minutos só dele.
- Ser amigo do Hélio não é muito legal quando o time dele vence o seu.


Teve também um dos vídeos de promoção do Milwaukee IndyFest.  É, basicamente, os pilotos tentando falar o nome de algumas localidades do estado do Wisconsin. Veja Ed Carpenter (nascido em Indianápolis), Will Power (Austrália), Ryan Hunter-Reay (Texas), Justin Wilson (Inglaterra), Mikhail Aleshin (Rússia), Simon Pagenaud (França) e James Hinchcliffe (Canadá) enrolando a língua. Os californianos Neil Alberico e Spencer Pigot, o australiano Matthew Brabham (Austrália), do Road to Indy, também deram nós em suas línguas:


Nele, podemos concluir que:

- Os idiomas dos nativo-americanos são tão cheias de "ee" "w" e "au" quanto o tupi-guarani  é cheio de "gu" "an" e "yu".
- Will Power nasceu em Toowoomba.  Ele não deveria ter tanto problema pra dizer esses nomes tão difíceis quanto.
- Pocono, aprende como se faz uma promoção de uma prova MESES antes dela acontecer.

Daniel Burkett Quest for Sponsorship (Daniel Burkett e seu desafio por patrocínio).

O último vídeo, pra cumprir a cota de vídeos do Road to Indy, temos uma série.  Ou melhor, a melhor série feita por alguém do Road to Indy.

Nele, o piloto canadense (Deve ser um dos discípulos de Hichcliffe) faz uma paródia da dificuldade que é um piloto conseguir.  Por algum motivo, não consigo embedar os vídeos, então aqui estão os links dos dois primeiros episódios (em INGLÊS, OBVIAMENTE)

Ep. 1: https://www.youtube.com/watch?v=e7lkr6uCboA
Ep. 2: https://www.youtube.com/watch?v=UXl6Nb_HBjc

Neles vemos que;

- Como a imagem de abertura e o locutor de rodeio dizendo o nome denunciam, a produção da série é de baixa renda.
- Ele brinca de uma forma genial sobre a promoção das marcas.
- Ele até que atua bem, se for mal em corridas, já tem o que fazer, substituir o JP Manterola no programa do Road To Indy tv.



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