Comments mode on (de St. Pete à Long Beach)


Olá pessoas que querem saber da opinião de especialistas em qualquer coisa!

Se você está aqui por causa disso, desculpe, este não é o lugar certo. Aqui você apenas vai encontrar comentários de gente que gosta do Montoya, que adora os brasileiros lindos da Indy Lights e de mais um que curte ver acidentes em ovais.

Os caras que fazem parte dessa bagaça resolveram continuar a comentar sobre o que rola nos bastidores de cada corrida do campeonato da IndyCar. Principalmente depois de ameaças que aconteceram por parte de algumas fans "hardcore" em cima de nossos comentários ácidos. E como nós mesmos nos consideramos loucos, gostamos e continuaremos com isso!

Desta vez, comentaremos sobre tudo que rolou entre a primeira corrida do ano, em St. Pete, e a próxima, em Long Beach. Então, prepare seus olhos e seu cérebro, e divirta-se com as nossas opiniões!

Lembrando que a ordem das opiniões será alfabética.



Resumo da notícia: Neste ano, a Indy volta a ter relargadas em fila indiana. Mas, na última corrida em St. Pete, houve um big one na primeira relargada nesse formato. Há também uma zona de aceleração, onde o piloto da frente deve começar a acelerar apenas quando estiver nela.

Daniel Schattschneider: Quando colocaram as relargadas em fila dupla, gerou uma discussão e uma confusão enorme, além da chiadeira dos fãs mais tradicionais. Agora que voltaram com a fila indiana, adivinha? Nova discussão e confusão enorme, além da chiadeira dos que se dizem "fãs". Poxa... o único problema que aconteceu em St. Pete foi o fato dos pilotos estarem desacostumados com a regra. Simples. Agora, o que pode ser revisto é essa zona de aceleração. Essa regra ficou meio... NASCAR.

Matheus Antônio da Silva: A Indy tenta novamente uma nova forma pra relargar sem criar tumultos, mas sempre acontece algo que a desestimula, seja pilotos que estão calejados de largar de uma forma (Marco Andretti passou dois anos sem relargar em fila dupla, por exemplo) ou simplesmente ignorá-la.

Rômulo Silva: Apesar de achar que as relargadas na Indy estão ainda um pouco longe da perfeição (modo pessimista on), acredito que a categoria está se esforçando para tentar mudar esse quadro. A zona de aceleração é algo muito útil nessas horas “difíceis”. Cabe aos pilotos terem um pouco de bom senso para evitar barbeiragens e consequentemente, mais polêmicas.



Resumo da notícia: Em St. Pete, 4 rookies fizeram sua estréia na categoria, além do Montoya. O mais bem colocado foi o russo Mikhail Aleshin, com sua 12º posição.

Dan: Parabéns ao Aleshin, porque eu não levava muita fé nesse cara, aliás, ainda não levo. Sinto pena do Hawks... Wakhs... do "Jack Tequila". Porque ele bateu num momento de desatenção quando todos na frente dele estavam lentos, pronto para relargarem. Vamos ver em Long Beach. Já o Montoya... decepção total para alguns, normal para outros. Eu sinceramente achei que ele iria ficar em uma posição melhor do que 15º, mesmo estando quase 8 anos fora de um monoposto.

Matt: Nenhum deles, com a excessão de Montoya, decepcionaram completamente. Carlos Muñoz andou bem até se envolver no acidente da relargada, daí com o carro meia bomba e lá atrás, não deu pra fazer muita coisa. Aleshin foi um anjo lamentoso: ficou na sua, quase em 'stealth',e no final surpreendeu a todos sendo o melhor estreante. Melhor estreante poderia ser Hawksworth, que mostrou-se o melhor (até o momento), fazendo um ótimo trabalho, mas esqueceu do novo tipo de relargada combinado no 'briefing' e bate. Falei que ele errava em coisa boba. Imaginávamos que Montoya, um cara que não dirige a oito anos, não andaria bem na primeira prova, ainda mais em uma equipe que não está tão acostumada a disputar provas (que é a equipe do carro 2 da penske). É bem provável que seu rendimento cresça, mas acho que num vai ser essa Brastemp toda não.

Rômulo: Confesso que fiquei surpreso em ver o Aleshin ser o melhor estreante da prova. Cauteloso o tempo todo,  acabou se aproveitando dos incidente alheios e conseguiu um 12º lugar de bom tamanho. O Hawksworth tinha tudo para ser o melhor estreante da prova, se não fosse aquele acidente com o Andretti. Muñoz foi outro que poderia chegar na parte de cima do grid, mas também foi vítima de uma pancada. Quanto ao Montoya... Bem. Vê-lo ser ultrapassado facilmente por outros pilotos não é uma imagem tão decepcionante se levarmos em consideração o tempo que ele ficou sem pilotar um monoposto. Deve melhorar no decorrer do ano e acredito que será mais competitivo nos ovais.



Resumo da notícia: No final de março, o governador do Distrito Federal assinou um compromisso de reformar o autódromo de Brasília para receber a Indy em 2015. A corrida deve entrar como etapa de abertura do campeonato do ano que vem.

Dan: Disseram que iam reformar para receber a MotoGP neste ano e... nada. Sei lá, não estou muito otimista em relação a essa reforma. Mas quero que a categoria corra pra cá. Seria bom pra ela, por causa do público, e para os fãs, que poderiam ver uma bela corrida neste traçado, que eu acho bacana.

Matt: É bom ter corridas foras dos EUA, principalmente aqui em terras tupiniquins, já que a categoria tem grande prestígio por aqui. E é ótimo ainda ter lugares dispostas a recebê-la.  O maior problema que vejo é a prova e a reforma se feita toda com dinheiro público. O país já está gastando rios de dinheiro com elefantes brancos, não precisávamos de mais um.

Rômulo: É legal saber que os carros da Indy vão voltar a acelerar aqui no brasil. O país é um ótimo mercado para a categoria e por se tratar de um circuito permanente, traz certa tranquilidade em termos de organização. O maior empecilho realmente é a reforma pelo prazo e dinheiro envolvido.



Resumo da nóticia: Ainda continuam rolando boatos sobre a volta da F1 para a pista. O conselho da cidade se reuniu para debater sobre o assunto, e ainda não decidiu se a Indy continua depois de 2018, que é quando o contrato com a categoria acaba, ou se volta a receber a categoria originalmente européia.

Dan: Não entendo porque querem a F1 de volta. Pra isso, vão gastar centenas de milhões de dólares. A F1, com esses novos motores, está recebendo muitas reclamações. Ate lá, acho que ela não vai estar com esse "status" todo. Duvido muito que ela volte para Long Beach.

Matt: Chris Pook ainda se dói muito pela ChampCar, ao que parece. Existem vários lugares para a F1 correr dois ou três anos, pro pessoal gastar centenas de milhões de dólares e nada dar certo. Mas é boato que surgiu a partir da vontade de um único dirigente a longuíssimo prazo, e a Indy já dá ótimo retorno para o local, duvido bastante que mude.

Rômulo: Fiquei contente ao saber da renovação do contrato entre Long Beach e Indy até 2018. O circuito é tradicional e tanto a cidade quanto a categoria ganham com o evento. O Chris Pook garantiu que depois desse prazo deve retomar as conversas com os responsáveis pelo circuito, mas até lá tem muito chão. #ChupaF1



Dan: Largada parada... hum. Neste caso, prefiro este estilo mesmo para o circuito, já que aquele hairpin não ajuda muito em largada lançada. Já para a corrida. Prevejo algo estilo St. Pete. Sem muitas bandeiras amarelas e com Power indo muito bem.

Matt: Que seja uma corrida boa, que a largada parada dê certo como deu na segunda corrida de Toronto e que a Honda continue o domínio que possui no circuito citadino.

Rômulo: Acredito que grande parte das equipes que fizeram uma boa prova em St. Pete vão ter bons resultados também nesse fim de semana. As equipes menores costumam aparecer bem na fita em Long Beach, então é bom ficar de olho. Quanto a largada parada é esperar que ocorra sem problemas. 


Fonte: nossas cabeças.





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