Piloto do dia: Takuma Sato

Uma série nova para entreter vocês na silly season gigante da Indy. Juntamos cinco dos escritores do site (Daniel Palermo, Filipe Dias Dutra, Marcelo Augusto, Matheus Antônio da Silva e Rômulo Silva) para comentar sobre a temporada de 2017 de todos os pilotos.


O japonês voador fez sua oitava temporada da Fórmula Indy pela Andretti Autosport e, sem dúvida, o ponto alto, tanto dele quanto da equipe, foram as 500 milhas de Indianápolis.

No ano:                                               Na carreira:
Corridas: 17                                        Corridas: 134
Vitórias: 1 (Indy 500)                           Vitórias: 2
Pódios: 1                                             Pódios: 6
Top 5: 4                                              Top 5: 16
Top 10: 6                                            Top 10: 39




Takuma foi o primeiro japonês a vencer as 500 milhas de Indianápolis. Seu ano teve somente isso de bom?

Filipe: O arrojo característico do Taku foi o segredo para a vitória dele em Indianápolis. Mas esse mesmo arrojo atrapalhou bastante, como é de costume na carreira do japonês.

Matheus: Sim, seu ano foi meio que só Indy 500 de ponto alto, o resto foi meio que igual o que anda fazendo na categoria desde 2015.

Daniel: Não, Sato obteve cinco top 5 e sete top 10 durante a temporada. Se não fosse tão afobado, poderia ter mais vitórias e quem sabe, até pensar em disputar o título algum dia. Mas todos sabemos o que aconrece quando ele ativa o modo Kamikaze.

Rômulo: Depende do ponto de vista. Torci muito pela vitória dele em Indianapolis e achei que com um carro mais competitivo, ele sempre dava as caras nos pelotões da frente. O problema crônico do Sato é que ele é bastante arrojado, o que acaba muitas vezes o tirando da prova e minando suas chances de fazer uma temporada mais regular.

Marcelo: Sim, no resto ele foi irregular como sempre.



O que esperar dele na Rahal Letterman?

Filipe: Sato terá mais moral que nunca temporada. Só precisa corresponder.

Matheus: O que esperar da equipe com ele. A RLL é um dos grandes mistérios desde que apareceu magicamente nas cabeças em 2015 e ninguém sabe muit bem como Graham Rahal foi parar na parte da frente do grid. Agora precisamos saber se a mágica consegue se repetir com o japonês ou se o fato de ter dois carros vai faze a equpie voltar ao meio do grid.

Daniel: É uma equipe que tem obtido bons resultados com o Graham, então sabemos que ele poderá ter a disposição uma boa estrutura. Se ele for menos afobado, poderá facilmente figuarar novamente no top 10 da categoria, ainda mais ano que vem que Ganassi e Penske diminuiram o número de carros no grid.

Rômulo: Acredito que o mesmo desse ano. Algumas boas corridas com chances de vitórias e, claro alguns abandonos também. Mas sempre metendo o sapato no acelerador.

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