Piloto do dia: James Hinchcliffe

Uma série nova para entreter vocês na silly season gigante da Indy. Juntamos quatro dos escritores do site (Filipe Dutra, Marcelo Augusto, Matheus Antônio da Silva e Rômulo Silva) para comentar sobre a temporada de 2016 de todos os pilotos.



O prefeito de Hinchtown e Star no Dancing With The Stars, voltou para as pista nesse ano, após sofrer um dramático acidente nos treinos livres para as 500 milhas de Indianápolis do ano passado. Nesse ano, teve como ponto alto a pole position nas 500 milhas desse ano e a honra de ser o primeiro perdedor da corrida no Texas:




- Como vocês avaliam a temporada de 2016 de James?

Filipe: A temporada do James foi melhor fora das pistas que dentro delas. Ano passado, ele esteve em uma ascendente, e o acidente em Indianápolis o parou. Este ano, foi bem mediano, e só está obtendo destaque agora no Dança dos Famosos da ABC.

Marcelo: Irregular. Tá certo que ele ficou quase um ano afastado depois de ter sido empalado nos treinos da 99ª Indy 500. Mas fora isso, a temporada do canadense teve seus altos e baixos, com o ponto máximo a pole position pra 100ª das 500 milhas de Indianápolis.

Matheus: Foi meio melancólica. O Hinchcliffe faz o mesmo já faz uns dois anos e meio o francês fez a mesma coisa: meio de grid com algumas aparições. Essa temporada não foi diferente.

Rômulo: Na minha opinião ficou um pouco abaixo do esperado. Fez uma corrida boa aqui e ali, mas no geral senti a falta do Hinch da época da Andretti. A impressão que fica é que nas últimas três temporadas o seu carisma tem sido bem maior do que a sua habilidade no volante, apesar de 2016 ser um ano de recuperação do acidente em Indianápolis no ano passado.


- O canadense tem muito mais a mostrar do que já mostrou nesses últimos seis anos?

Filipe: Ah, com certeza. E, se a SPM mantiver a ascendente, capaz de ele ganhar uma Indy 500!

Marcelo: Acredito que sim. Em 2013 ele tinha bom equipamento e bons acertos e acabou vencendo três provas. Acredito que se ele tivesse a chance de correr numa Penske ou Ganassi ele, talvez, pudesse brigar por título até. Mas ele sempre deixou aquela impressão de "será?"

Matheus: Não sei dizer se sim ou se não, mas, até agora, se revelou um Bourdais com carisma e sem ChampCar.

Rômulo: O fato de ainda ser um piloto jovem abre espaço para que isso aconteça, mas tem que mostrar resultados rapidamente para não acabar indo para uma equipe pior e as coisas ficarem mais difíceis.




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