Sage Karam disputará as 500 milhas pela Dreyer & Reinbold. Essa notícia não é de 2014.

E volta o cão arrependido... O garoto de Nazareth volta para a equipe que o fez estrear na Indy. Sage Karam voltará para a Dreyer & Reinbold - Kingdom Racing para a centésima Indy 500.

O anúncio feio anteontem (21 de janeiro). Foi anunciado não só a volta do #24 para a centésima Indy 500, mas também o apoiador principal, a garagem Gas Monkey Garage.

A Gas Monkey modifica carros e possui um programa no canal Discovery (Fast N'Loud) a mais de uma década, e apoiará também a equipe Riley nas 24 horas de Daytona. O canal deles no Youtube é esse aqui. Além deles, a equipe de Denis Reinbold em parceria com a equipe católica da Indycar é apoiada pela Wilshaw, 360 Wraps, Havoline, Loftus Robinson e pelo patrocínio que apoia Karam, a Comfort Revolution.

Um dos sócios da Gas Monkey tentando entrar no carro.
A Dreyer & Reinbold teve o apoio da Ganassi nas 500 milhas de Indianápolis em 2014, quando o próprio Karam estava no volante. Para 2016, nada foi anunciado, e as parcerias técnicas ficam por conta dos ex-campeões Buddy Rice e Davey Hamilton, um dos sócios da Kingdom Racing.

Apesar da volta, Sage Karam vem em um momento diferente da sua carreira para a DR-K. Com esse anúncio e o fato de Karam não figurar entre os pilotos que pilotarão pela Ganassi nas 24 horas de Daytona em janeiro, fica constatado a falta de ligação do piloto com a Ganassi, equipe na qual sua carreira esteve toda ligada desde que foi campeão da Indy Lights, no fim de 2013.

O Jovem Karam ganhando seu prêmio de 31 centavos por largar em 31º na Indy 500 de 2014.
Agora Karam está numa sinuca de bico. O precoce americano surgiu de maneira meteórica e conseguiu o apoio da Ganassi depois de escalar o Road to Indy como um foguete. Com o ano de 2014 voltado para a 'preparação' do piloto na equipe, correndo a Indy 500, as 24 horas de Daytona e outras provas, alçou o quarto carro na Indycar em 2015. O ano passado foi particularmente difícil para Karam, onde atuações atabalhoadas nos mistos apagaram os bons resultados do piloto nos ovais, deram a impressão errada de um piloto rápido, mas besta; sua personalidade forte em alguns momentos foram constatados pela mídia e, com todo esse cenário contra acabou pesando na saída da Big Machine Records. Karam em 2015 atuou como o Marco Andretti ou Graham Rahal no início de suas carreiras, mas sem ter o dinheiro deles.

Sem lugar definido para 2016, o jovem piloto de 21 anos deu um passo atrás. Pode ser uma oportunidade de mostrar amadurecimento e, principalmente, mudana de mentalidade. O problema maior é que essa é uma oportunidade muito pequena e, muito provavelmente, Karam seja obrigado a repensar rumos na carreira diferentes da Indy.
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