Mirando inclusão de novas fabricantes, Indy pode manter regulamento de motor atual até 2020

A IndyCar Series irá utilizar o motor atual até, no mínimo, 2017, mas admitiu que poderá estender o uso do V6 de 2.2 litros até o ano de 2020.

A IndyCar introduziu o regulamento atual dos motores em 2012, e através de um esforço em conjunto com os fabricantes que participam da categoria, algumas alterações foram feitas. Segundo o diretor de comando e operações da IndyCar, Jay Frye, a razão por trás da extensão é fornecer estabilidade para os seus motores atuais, e assim atrair mais fabricantes para participarem da Indy.



"A principal coisa a se fazer é fortalecer as relações com os atuais fabricantes de motores e mostrar para quaisquer potenciais novos parceiros que teremos consistência por mais cinco anos", disse Frye à revista Racer. "A extensão é para ajudar a crescer a categoria e demonstrar aos novos fabricantes que eles podem investir na IndyCar, pois seu investimento terá um lugar estável".

Frye também disse que a Indy está em discussões ativas com novos fabricantes para se juntar à Chevy e Honda. Como a categoria se prepara para celebrar a 100ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, em maio, ele acredita que é o momento certo para capitalizar os interesses da IndyCar.

"Os fabricantes são a alma da categoria", acrescentou Frye. "Daqui para frente, também é importante o recrutamento de um terceiro e, quem sabe, um quarto [fabricante]. No momento, temos algumas conversas em curso. E este é o ano para tentar fazê-lo acontecer, ao longo dos próximos seis a oito meses".

É possível que o motor V6 2.2L continue até 2020 mesmo que não haja novos fabricantes entrando na categoria, pois a IndyCar, em cooperação com Chevy e Honda, deixou intencionalmente os regulamentos dos motores do período 2018-2020 ainda indefinido.

Na era do atual motor, a Chevy ganhou quatro campeonatos de construtores consecutivos, duas Indianápolis 500 (2013, 2015), e três campeonatos de pilotos da IndyCar (2012, 2014, 2015). Já a Honda conquistou o campeonato de 2013 de pilotos e levou as outras duas vitórias da Indy 500 (2012, 2014).

Fonte: Racer
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2 comentários:

  1. Muito boa a decisão. Espero que essa vontade de diversificar os parceiros se estenda aos fabricantes de chassi também!

    Um abraço!

    Karl

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  2. Fabricantes de chassi acho improvável, porque é coko se fosse um pacote completo (motor e aerokit). Gostaria muito de ver um Dallara-porshe ou quem sabe um Dallara-Toyota, já que a Toyota está na Nascar, assim como a Ford.

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