Aleshin tenta, mas retorno à Indy é improvável

A continuação das sanções dos EUA contra empresas ligadas ao presidente russo Vladimir Putin, aparentemente, vai custar caro para Mikhail Aleshin que procura correr na América por mais uma temporada.

Sam Schmidt, co-proprietário da Schmidt Peterson Peterson um, disse ao portal The Indy Star nesta semana que as contribuições financeiras de Aleshin para a equipe estão congeladas.

"Há um bloqueio claro nos termos de transferência do dinheiro", disse Schmidt. "Não consigo obter nada."

Aleshin pode ficar de fora do grid em 2015. (Foto: The Star)

O governo dos EUA colocou sanções ao SMP Bank, juntamente com outras instituições russas ligadas a Putin, começando na primavera passada em meio às tensões na Ucrânia. Apesar de ser um estreante nos EUA, e nunca ter corrido em em pistas ovais, Aleshin terminou em 16º na classificação de pontos, batendo veteranos da IndyCar como Takuma Sato e Graham Rahal.

"Tem sido um prazer trabalhar com ele dentro e fora da pista", disse Schmidt. "Mas tudo depende de do que é feito lá (na Rússia). Nós não seremos capazes de financiá-lo internamente", disse ele. "O piloto deve ter todo um orçamento, ou pelo menos uma parte dele."

A ausência de Aleshin irá abrir uma vaga para outros pilotos que devem testar pela SPM, incluindo o campeão de 2012 GP2, Davide Valsecchi. O italiano irá testar em Sebring no dia 16 de dezembro. Ele vai fazer o teste ao lado de James Hinchcliffe.

Fonte: Indy Star
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