Comments mode on (de Long Beach ao Alabama)


Olá pessoas! Estamos aqui mais uma vez para comentar sobre o que rolou nesses 12 dias sem corrida. Ok, sabemos que o IndyCarCast já cuida disso, mas como a palavra hoje é acessibilidade, temos que dar acesso às pessoas que tem algum tipo de deficiência auditiva (os surdos), certo?

Então, vamos aos comments:


Resuminho: tivemos várias tretas e incidentes na última corrida da "praia grande". Entre elas: time da Sarah Fisher contra o Caçador, Power contra Pagenô e Dixon contra Wilson.

Daniel Schattschneider: Gosto de disputas na pista, mas não algo como a NASCAR. E pareceu que tivemos uma corrida com os tanques da "Stock Car estadunidense", no bom e no mal sentido. Pelo menos isso pode ajudar a dar audiência, já que o americano adora esse tipo de coisa.

Matheus Antônio da Silva: Ah, isso é bom, brigas são boas e a direção de prova meio que está incentivando-as. Saímos do ostracismo e mostra que todos os que estão envolvidos na Indy também são humanos e desgostam das coisas de vez em quando. O que não pode é perder a medida, algo que está tendendo a acontecer.

Rômulo Silva: A corrida teve pancadas e discussões além da sempre presente emoção, ou seja, foi ótima! Mas na minha opinião, em alguns casos (como no duelo Pagenaud x Power) deve ter algum tipo de punição. Não estou falando em aplicar multa nos pilotos ou confiscar seus bens, e sim, algo como um 'drive through'. Se a Indy continuar deixando passar algumas burradas vai acabar criando uma bola de neve que poderá complicar a própria direção em momentos mais decisivos. Espero que não aconteça.



Resuminho: Luciano do Valle morreu no sábado, dia 19, na cidade de Uberlândia/MG. O narrador de 66 anos passou mal enquanto se dirigia à cidade mineira para transmitir a primeira rodada do campeonato brasileiro entre Atlético MG e Corinthians.

Dan: Mesmo com todos os problemas e confusões que ele fazia na hora de falar o nome dos pilotos, ele era O cara, e junto com Emmo, trouxe a Indy para o Brasil. Fez muito pelos esportes 'não-futebol" nos anos 80/90 com o Show do Esporte, na Bandeirantes. Porém, como pessoa, ele não era lá essas coisas, pelo que dizem. Nunca o conheci pessoalmente, mas dá pra ver que ele tinha um jeito não muito agradável, enfim. Descanse em paz Luciano.

Matt: Muitos dizem que foi um grande narrador. Eu assisto a Indy desde 2007, e ele dava uma força tremenda pra categoria, que por vezes era chamada de 'a categoria que o Luciano do Valle narra'. Ele tinha certo prestígio e seu nome era mencionado até nas chamadas da corrida.  Deve ter feito bastante coisa por ela.

Rômulo: Quando falo no Luciano, não o considero apenas como a voz da Indy aqui no Brasil, mas também como um dos principais responsáveis (ao lado do Fittipaldi) em 'trazer' a categoria ao nosso país. Mesmo que ultimamente ele estivesse longe da sua melhor forma na narração, ele provou que a emoção nunca faltava nas suas transmissões. Sem dúvida, foi uma grande perda para o jornalismo esportivo.



Resuminho: Hélio Castroneves está sob observação por parte do pessoal da IndyCar após um comentário negativo sobre a "moleza" que a direção da IndyCar tem na hora de punir os pilotos, ser feito no Twitter. Mas ao que tudo indica, foi a irmã dele quem fez o comentário, entrando na sua conta sem a permissão do piloto. Mesmo assim, ele continua sob "liberdade condicional".

Dan: Meio mal contada essa história, mas não digo que não pode ser verdade, até porque muita gente da minha família às vezes entra nas minhas redes sociais para falar algo sem minha permissão. O azar dele é que realmente pareceu que ele falou mal da categoria. Bem... sendo ele ou não, o pessoal da Indy já está de olho nele.

Matt: 
Ao meu ver, está certo. Apesar de muitos acharem que alguém ser multado por xingar a categoria em um perfil no twitter, eu não acho. O perfil dele é público (até porque ele faz divulgação de seu trabalho e de seus patrocinadores lá), e quando um dos 'funcionários' denigre a empresa publicamente, xingando-a para que centenas de milhares de pessoas vejam, deve-se tomar medidas administrativas.

Rômulo: Não tem sido novidade ultimamente ver alguns esportistas entrando em maus lençóis por causa das redes sociais. Por isso é sempre bom pensar antes no que você vai escrever, seja no seu próprio perfil ou  no de alguém da sua família.



Resuminho: a organização da Indy decidiu mudar o formato da classificação para as 500 milhas de Indianapolis. Segundo Derrick Walker: "Como nosso formato de classificação evolui, continuamos a avaliar o que é melhor para os competidores".

Dan: Com o formato antigo, ficava aquele vazio de não termos carros o suficiente para dar emoção ao 'Bump Day'. Agora vai ficar melhor. Tudo bem que tira um pouco da graça do primeiro dia, mas, para agora, tá melhor do que antes. 

Matt: 
É bom mudanças, e, ao meu ver, mudou pra melhor a coisa toda. Sei que Indianápolis é um reduto de tradições e tal, mas isso já estava prejudicando a categoria, não explorando algo que se mostra uma mina de ouro. Em tempos difíceis como vivemos, cada ponto forte deve ser aproveitado.

Rômulo: 
Até o momento, gostei de praticamente todas as modificações na Indy 500. Acho que é uma maneira de se tornar cada vez mais dinâmica sem mudar o seu foco. Bom trabalho da direção da Indycar.



Dan: Pista espetacular para os pilotos, espetacular para o público, meia boca para o telespectador. Espero que a Penske venha com tudo, já que na última corrida deixou a desejar. Mas quem pode dominar são as Ganassis e as Andrettis. Olho nelas...

Matt: Barber vai prover o máximo de emoção que uma pista que foi preparada pra motos mas agora realiza corrida pra carros pode proporcionar. Tem pontos mais claros de ultrapassagem, e por isso acho que teremos menos acidentes nessa prova. Também creio que a Chevy vai meio que dominar esse fim de semana, pois a mesma possui grande vantagem sobre a rival Honda desde que entrou pra categoria. E os dois brasileiros correm de Chevy, quem sabe num sai uma vitória Brasileira daí???

Rômulo: Barber é um circuito que acho muito bonito e peculiar (quantos autódromos tem uma aranha gigante, além de ter um público que leva sua cadeira para assistir a prova? hehe). Porém não costumo gostar muito do ritmo das corridas lá realizadas. Acredito que equipes maiores devam se sobressair nessa etapa de uma maneira mais significativa, no entanto as equipes de menor expressão têm demonstrado que não estão para brincadeiras neste ano.

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Então é isso aí, pessoas! Nossa opinião de fãs metidos a blogueiros volta semana que vem para comentar o que rolou entre essa corrida do Alabama e a primeira corrida na história do misto de Indianapolis (alerta de  críticas vindo ae). Até a próxima!

Fonte: nós.




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